Narcóticos de Einstein Escorre em nossa baba A carne fresca dos deuses Correm em nossas veias Os narcóticos de Einstein Sopram em nossos ouvidos Os ventos roucos da Pangéia Assenta em nossos olhos A curva lenta do infinito Colapsa em nossa mente O universo quântico E perfuma nossas ideias O cheiro da pele delas!!!!! Vejo no horizonte antigos gigantes Construindo livros de rochas pesadas Traçando retas encurvadas no espaço sideral Naquele tempo , tudo era real E nessa história natural Atravessando gerações O infinito curva o espaço Dentro de algumas sábias meditações E tudo o que persiste em nós Depois do colapso do céu Não é o nome dos deuses É o cheiro da pele delas É o cheiro secreto delas Que transformamos em canções Vejo no horizonte antigos gigantes Construindo livros de rochas pesadas Traçando retas encurvadas no espaço sideral Naquele tempo, tudo era real